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Diretor do Grupo Caçula mostra como a empresa enfrentou os desafios impostos pela pandemia

Roberto Santos, diretor comercial do Grupo Caçula

Criatividade foi a palavra-chave para o Grupo Caçula de papelarias enfrentar os desafios impostos pela pandemia em 2020 e nos anos seguintes. Para falar sobre a gestão da empresa durante e pós-pandemia, o Conselho Empresarial das Micros e Pequenas Empresas da ACRJ recebeu, nesta 3ª feira (26/3), o diretor comercial do Grupo Caçula, Roberto Santos. Ele foi recepcionado pelo presidente do Conselho, Thör Silva Carvalho, e o vice, Augusto Sérgio Cardoso.

Roberto Santos explicou que um dos maiores desafios da empresa aconteceu às vésperas do fechamento determinado pelo Governo, quando a Caçula iria promover o tradicional evento de artesanato Rio Artes. “Com tudo pronto e organizado para a feira tivemos que cancelar o evento e fazer de forma virtual”, disse. Mas o que parecia ser um problema, transformou-se em uma oportunidade para a empresa entrar de vez na modalidade de vendas on line. O grupo se organizou e passou a promover cursos e oficinas através do canal no YouTube e com isso vender os produtos com entrega na casa dos alunos/clientes. “Fizemos isso durante seis meses antes de voltar com as vendas presenciais”, explicou. No entanto, segundo ele, a empresa continuou atendendo promovendo atividades on line para um público que foi fidelizado durante a quarentena e que descobriu no artesanato uma forma de gerar renda e até de evitar uma depressão neste período.

O diretor comercial da Caçula informou que o Grupo, fundado em 1982, conta hoje com 2.300 colaboradores nas mais de 30 lojas localizadas no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, atuando como atacadistas e varejistas. A empresa é referência em aviamentos, papelaria, artigos para carnaval, bazar, entre outras áreas e é conhecida como a loja que tem “tudo em um só lugar”. Além das vendas nas lojas físicas, atende em todo o Brasil através de seu e-commerce. Roberto Santos ainda destacou o trabalho da empresa com o terceiro setor apoiando instituições que investem na geração de renda das pessoas através do artesanato e a parceria com diversas Prefeituras por meio da carteira do artesão. Este mecanismo conta com 22 mil artesãos cadastrados, que desfrutam de vantagens na compra dos produtos da Caçula. “Acreditamos no poder do empreendedorismo para a geração de renda. Por isso, o mote da edição 2024 da feira é venha aprender a empreender com o artesanato”, finalizou.

Josier Vilar, Thör Carvalho, Roberto Santos e Augusto Sérgio Cardoso