Conselhos Empresariais
O consultor Gerson Borges fez palestra na reunião mensal do Conselho

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Consultor em Segurança fala sobre gestão de crises nas empresas

O presidente do Conselho Empresarial de Segurança da ACRJ, Vinicius Cavalcante, recebeu o Capitão de Mar-e-Guerra e consultor em Segurança, Gerson Borges, que participou da reunião do Conselho, realizada dia 15 de maio, quando foi debatido o tema: Gestão de Crises e Continuidade de Negócios: Protegendo Valor em Ambientes de Incerteza.

“O Conselho promove reuniões mensais para troca de experiências e conhecimento técnico na área de segurança, que é considerada prioridade para cidadãos brasileiros e fluminenses. O comandante Gerson Borges, oficial da reserva do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil, é um profissional certificado internacionalmente na área de segurança e risco. Ele enfatiza que a clareza em uma crise só existe após a decisão, e que a maioria das empresas não quebra por causa das crises, mas sim pela incapacidade de resposta”, disse Vinicius Cavalcante.

Gerson Borges autografou um de seus livros para Vinicius Cavlacante

Em sua apresentação, o consultor mostrou que a gestão de crise para a continuidade de um negócio visa proteger o valor em um ambiente de incerteza, que afeta diretamente as empresas e famílias. Gerson Borges, que também é membro do Conselho de Segurança, destacou que toda empresa possui um “calcanhar de Aquiles”, um risco inerente que, se não tratado, pode se tornar um problema. Ele apresentou quatro perguntas cruciais para as empresas: Quais são os riscos de alto impacto que podem ocorrer? Os gestores sabem gerenciar uma crise? Existe um plano de gestão de crises pronto e eficaz? A empresa está pronta para responder a uma crise?.

Ele explicou que existe uma distinção entre emergência, incidente crítico e crise. “Uma emergência é um evento controlado, um incidente crítico pode causar perdas pessoais e afetar a imagem da empresa, enquanto uma crise envolve a mídia e exige uma equipe de gestão no mais alto nível estratégico”. E defendeu uma comunicação eficaz durante uma crise. “A comunicação não é apenas importante, é crucial e a falta de um plano atualizado e testado pode levar ao colapso da empresa. Crises não são imprevisíveis, mas sim o acúmulo de falhas, e a decisão é a palavra-chave para resolvê-las”, completou.