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Governança climática: o valor do BNDES para políticas públicas mais efetivas

Foto: Freepik/Magnific
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Governança climática: o valor do BNDES para políticas públicas mais efetivas

Por Humberto Mota Filho, presidente do Conselho Empresarial de Governança, Compliance e Diversidade da ACRJ. Artigo Publicado na Revista da EMERJ

Resumo – A governança climática eficaz requer ampliação do acesso a recursos financeiros públicos para ações de mitigação e adaptação. Este estudo explora o papel do BNDES como instrumento de execução da Política Nacional sobre Mudança do Clima, avaliando as capacidades institucionais necessárias, no setor público e privado, para mobilizar fundos e assegurar transição climática justa, com base na análise de conteúdo dos relatórios IPCC AR6 (2023), NDC brasileira (2023) e documentos do BNDES (2024) relativos ao Fundo Clima, FGI e carteira verde 2020-2024, segundo os marcos teóricos da literatura mais recente sobre capacidades estatais e governança. Observa-se que o BNDES é um ator chave para acelerar a agenda climática, mas a efetividade das políticas públicas climáticas depende do desenvolvimento de capacidades institucionais dos entes subnacionais e do aprimoramento da governança e transparência pelas empresas privadas, para assegurar mais legitimidade e justiça climática no Brasil.

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Humberto Mota Filho