{"id":3424,"date":"2019-05-06T20:01:00","date_gmt":"2019-05-06T23:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/acrj2020.profissional.ws\/?p=3424"},"modified":"2020-03-02T23:02:24","modified_gmt":"2020-03-03T02:02:24","slug":"ce-de-governanca-e-compliance-debate-empresas-familiares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/2019\/05\/06\/ce-de-governanca-e-compliance-debate-empresas-familiares\/","title":{"rendered":"CE de Governan\u00e7a e Compliance debate empresas familiares"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Conselho Empresarial de Governan\u00e7a e Compliance da Associa\u00e7\u00e3o Comercial do Rio de Janeiro recebeu, na manh\u00e3 desta sexta-feira, 3 de maio, o professor da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral (FDC) Dalton Sardenberg, que apresentou a terceira edi\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio Retratos de Fam\u00edlia. O documento, produzido pela KPMG e a FDC, cont\u00e9m um panorama das pr\u00e1ticas de governan\u00e7a e perspectivas das empresas familiares brasileiras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com dados de 217 empresas familiares de todas as regi\u00f5es brasileiras, o relat\u00f3rio analisa as informa\u00e7\u00f5es sobre as pr\u00e1ticas de governan\u00e7a dessas fam\u00edlias, seus anseios, expectativas e planos. Responderam a esta terceira edi\u00e7\u00e3o 217 l\u00edderes das empresas em quest\u00e3o. O prop\u00f3sito da publica\u00e7\u00e3o \u00e9 de apresentar informa\u00e7\u00f5es precisas e atualizadas sobre os neg\u00f3cios de fam\u00edlia brasileiros, com a inten\u00e7\u00e3o de que a empresas se identifiquem com os resultados apresentados para contribuir para a amplia\u00e7\u00e3o das boas pr\u00e1ticas de governan\u00e7a corporativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das maiores conclus\u00f5es do relat\u00f3rio \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o, segundo Sardenberg, de que o pa\u00eds tem \u201cempresas familiares mais longevas\u201d : 43% desses neg\u00f3cios j\u00e1 est\u00e3o na segunda gera\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia atuando na empresa, enquanto 19% deles est\u00e3o na terceira gera\u00e7\u00e3o. Estes 62% s\u00e3o mais do que as fam\u00edlias ainda na primeira gera\u00e7\u00e3o das empresas, que totalizam 31%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com o perfil das empresas familiares participantes, 93% delas s\u00e3o de capital fechado, que \u201cn\u00e3o s\u00e3o obrigadas a ter instrumentos de governan\u00e7a\u201d, de acordo com o professor. O relat\u00f3rio aponta que apenas 4% de empresas familiares se encaixam no grupo de empresas de capital aberto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa tamb\u00e9m destaca os pontos fortes das empresas familiares, de acordo com os pr\u00f3prios entrevistados pela pesquisa: 54% consideram como maior vantagem competitiva a tomada de decis\u00f5es r\u00e1pidas e flex\u00edveis proporcionadas pelas empresas familiares, 42% destacam a marca forte ou presen\u00e7a de mercado, 40% citaram o atendimento ao cliente, enquanto 33% consideram a capacidade empreendedora a maior for\u00e7a das empresas familiares. \u201cSe esses s\u00e3o os pontos fortes, s\u00e3o eles que consideramos como o grande desafio do processo de sucess\u00e3o dessas empresas\u201d, afirma o professor. Ele exemplificou, no caso, a tomada de decis\u00e3o r\u00e1pida, op\u00e7\u00e3o escolhida pela maioria dos entrevistados. \u201cQuando voc\u00ea tem o fundador da empresa presente, o processo de decis\u00e3o realmente flui e ele \u00e9 r\u00e1pido. Mas quando passo para as gera\u00e7\u00f5es seguintes, com primos, por exemplo, tomando a decis\u00e3o juntos, os interesses comuns da primeira gera\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o mais eventualmente coincidentes.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir desse ponto, Sardenberg apresentou que, para 85% dos entrevistados, as boas pr\u00e1ticas de Governan\u00e7a Corporativa s\u00e3o consideradas muito importantes para o sucesso da empresa familiar, seguido por harmonia e comunica\u00e7\u00e3o entre as gera\u00e7\u00f5es da fam\u00edlia. Sobre a sucess\u00e3o das empresas, 55% dos participantes responderam que h\u00e1 familiares da pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o interessados em participar da gest\u00e3o da empresa, com apenas 13% afirmando considerar que a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 preparada para assumir o desafio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa tamb\u00e9m apresentou algumas estruturas de governan\u00e7a identificadas nas empresas familiares. No \u00e2mbito da governan\u00e7a familiar, por exemplo, 56% disseram ter acordo de acionistas, 46% afirmaram ter planejamento sucess\u00f3rio e 45% alegaram possuir um conselho familiar. \u201cSabemos como o acordo de acionistas \u00e9 um elemento importante para a forma como os fundadores veem aquele neg\u00f3cio\u201d. Segundo ele, o acordo \u00e9 essencial para dar garantias \u00e0s empresas nos processos sucess\u00f3rios das empresas familiares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao fim da apresenta\u00e7\u00e3o, que introduziu muitos outros dados que podem ser encontrados&nbsp;<a href=\"http:\/\/acrj.comercial.ws\/arquivos\/publicacoes\/dalton_-_apresentacao_retratos_de_familia_versao_aderj.pdf\">aqui<\/a>, o Presidente do Conselho, Humberto Mota Filho, sugeriu ao palestrante uma vers\u00e3o do relat\u00f3rio que contemplasse a realidade das empresas familiares do estado do Rio de Janeiro. \u201cEstudamos muito o pa\u00eds e as pol\u00edticas p\u00fablicas nacionais, estudamos muito as grandes causas, e muitas vezes esquecemos de um corte regional. Gostaria de entender a realidade do Rio de Janeiro\u201d, afirmou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Conselho Empresarial de Governan\u00e7a e Compliance da Associa\u00e7\u00e3o Comercial do Rio de Janeiro recebeu, na manh\u00e3 desta sexta-feira, 3 de maio, o professor da&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3425,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_customify_content_layout":"","_customify_sidebar":"","_customify_page_header_display":"default","_customify_disable_header":"","_customify_disable_header_top":"","_customify_disable_header_main":"","_customify_disable_header_bottom":"","_customify_disable_page_title":"","_customify_disable_content_vertical_padding":"","_customify_disable_footer_top":"","_customify_disable_footer_main":"","_customify_disable_footer_bottom":"","_customify_breadcrumb_display":"","_customify_header_transparent_display":"","footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-3424","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3424","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3424"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3424\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3425"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3424"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3424"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3424"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}