{"id":3098,"date":"2018-01-08T19:52:00","date_gmt":"2018-01-08T21:52:00","guid":{"rendered":"http:\/\/acrj2020.profissional.ws\/?p=3098"},"modified":"2021-01-28T10:51:17","modified_gmt":"2021-01-28T13:51:17","slug":"vamos-resgatar-o-circulo-virtuoso-no-rio-de-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acrj.org.br\/index.php\/2018\/01\/08\/vamos-resgatar-o-circulo-virtuoso-no-rio-de-janeiro\/","title":{"rendered":"Vamos resgatar o c\u00edrculo virtuoso no Rio de Janeiro"},"content":{"rendered":"\n<p>\n\nEste ano, a Intelig\u00eancia Artificial (IA) ganhou ainda mais for\u00e7a e passou a ser vista&nbsp;como o motor do pr\u00f3ximo salto de evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Recentes aplica\u00e7\u00f5es&nbsp;comprovam que a capacidade dos computadores em fazer combina\u00e7\u00f5es e an\u00e1lise&nbsp;de dados, e mais que isso, de aprender e tomar, decis\u00f5es superou a capacidade&nbsp;humana. E com o avan\u00e7o computacional de processamento, as m\u00e1quinas fazem&nbsp;isso num tempo e custo cada vez menor. E o que surpreende \u2013 e assusta \u2013 \u00e9 que,&nbsp;diferente dos humanos que necessitam de um bom tempo para aprender&nbsp;determinados temas, um computador aprende algo muito r\u00e1pido e a replica\u00e7\u00e3o para&nbsp;outro computador pode ser praticamente instant\u00e2nea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, por meio da an\u00e1lise e aprendizado dos nossos comportamentos no&nbsp;cotidiano, \u00e9 bem prov\u00e1vel que nos pr\u00f3ximos 5 ou 10 anos, sugest\u00f5es sobre como&nbsp;organizar as atividades do dia a dia surgir\u00e3o na forma mais conveniente que cada&nbsp;um escolher. Isso se dar\u00e1 pela combina\u00e7\u00e3o de tr\u00eas \u00e1reas que est\u00e3o avan\u00e7ando&nbsp;rapidamente nos \u00faltimos anos, apoiados a IA: neuroci\u00eancia, biotecnologia e rob\u00f3tica.&nbsp;E, acredite, tudo acontecer\u00e1 atrav\u00e9s da \u2018for\u00e7a do pensamento\u2019 quando os sensores&nbsp;e chips estiverem implantados no corpo das pessoas. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E os objetos tamb\u00e9m ser\u00e3o assim, embutidos de IA e estar\u00e3o todos conectados.&nbsp;Para os mais c\u00e9ticos, vale lembrar que atualmente o smartphone j\u00e1 faz isso para&nbsp;algumas pessoas, tornando-se como uma extens\u00e3o do c\u00e9rebro, apesar de ainda ser&nbsp;um objeto a parte. E uma boa quantidade de pessoas, e n\u00e3o somente os mais&nbsp;jovens, j\u00e1 se tornam totalmente dependentes, quase n\u00e3o sabendo como viver sem&nbsp;o aparelho. Apesar de nem sempre se provar verdadeiro, os pesquisadores e&nbsp;cientistas est\u00e3o sempre buscando avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e inova\u00e7\u00f5es para tornar a&nbsp;vida das pessoas e da sociedade melhor. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Acompanhar o desenvolvimento tecnol\u00f3gico \u00e9 fundamental para buscar novas&nbsp;oportunidades para tentar resolver n\u00e3o s\u00f3 os novos, mas tamb\u00e9m os problemas&nbsp;antigos. A capacidade computacional est\u00e1 cada vez mais acess\u00edvel, e projetos&nbsp;considerados invi\u00e1veis at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s, agora come\u00e7am a se tornar&nbsp;poss\u00edveis. Nos \u00faltimos anos, cada vez mais pessoas e objetos est\u00e3o conectados,&nbsp;registrando e transmitindo uma quantidade enorme de dados, que servir\u00e3o para&nbsp;gerar uma s\u00e9rie de conhecimento para tomada de decis\u00f5es. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Voltando a conversa para os dias atuais, usemos o Rio de Janeiro como exemplo.&nbsp;Assim como outros locais, a Cidade Maravilhosa passar por um per\u00edodo desafiador.&nbsp;E uma das grandes dificuldades \u00e9 entender qual o principal problema ou qual deveria&nbsp;ser a prioridade de investimento. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os especialistas surgem com os mais variados dados e teorias, e n\u00e3o h\u00e1 consenso.&nbsp;Alguns defendem que o turismo e os locais preparados para receber megaeventos&nbsp;esportivos e culturais deveriam ser priorizados, at\u00e9 por conta da melhoria da rede&nbsp;hoteleira. Outros defendem que a malha e o acesso a transporte de melhor&nbsp;qualidade deveria ser a prioridade, pois o deslocamento tem sido alvo de&nbsp;reclama\u00e7\u00f5es, tanto para moradores quanto para turistas. H\u00e1 aqueles que colocam&nbsp;a viol\u00eancia como principal problema, ou seja, a prioridade deveria ser na seguran\u00e7a.&nbsp;Outros especialistas defendem que as coisas ir\u00e3o melhorar somente quando houver&nbsp;uma moderniza\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o p\u00fablica. Provavelmente todos est\u00e3o certos nos seus&nbsp;pontos de vistas, de acordo com suas pr\u00f3prias experi\u00eancias.&nbsp;<br>Para entender o que a popula\u00e7\u00e3o da cidade realmente quer, a ACRJ e a TIM fizeram&nbsp;uma pesquisa com mais de 1.200 pessoas no Rio de Janeiro. Enquanto 44% dos&nbsp;entrevistados afirmaram que a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica da fam\u00edlia continua igual ou&nbsp;melhorou no ano, para 91% a situa\u00e7\u00e3o do Estado piorou em 2017. Partindo do&nbsp;princ\u00edpio que todo problema \u00e9 uma oportunidade de melhoria, o passo inicial \u00e9&nbsp;reconhec\u00ea-los e prioriz\u00e1-los. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De uma forma geral, independente da faixa et\u00e1ria ou entre aqueles que acham que&nbsp;a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 melhor, igual ou pior, se confirmaram como os problemas mais&nbsp;cr\u00edticos: seguran\u00e7a, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e a corrup\u00e7\u00e3o. &nbsp;<br>Mas e a\u00ed, o que fazer? &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Que tal surfar essa onda de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas para encontrar novas solu\u00e7\u00f5es?&nbsp;Esquecer um pouco das tentativas do passado. N\u00e3o ter pudor em tentar novamente&nbsp;solu\u00e7\u00f5es que n\u00e3o deram certo antes, procurando novas abordagens? E aproveitar&nbsp;o desenvolvimento tecnol\u00f3gico para qualificar as pessoas, melhorar a produtividade,&nbsp;modernizar a gest\u00e3o de servi\u00e7os, mostrar-se para o mundo, resgatando a confian\u00e7a&nbsp;e orgulho dos moradores da Cidade Maravilhosa e de todo o Pa\u00eds? &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos conceitos que mais se solidificaram nos \u00faltimos anos \u00e9 o da Sharing&nbsp;Economy, ou economia do compartilhamento. \u00c9 o conceito dos indiv\u00edduos&nbsp;contribu\u00edrem em benef\u00edcio do coletivo, e por consequ\u00eancia de si pr\u00f3prio. O&nbsp;navegador Waze \u00e9 um bom exemplo. As pessoas que utilizam abrem m\u00e3o do acesso&nbsp;aos seus dados. Ao fazer isso, outros que tem rotas de interesse similar podem&nbsp;acabar optando por fazer o mesmo trajeto ou um alternativo melhor. E quanto mais&nbsp;pessoas estiverem utilizando, melhor a informa\u00e7\u00e3o do aplicativo para todos. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lembrem que nesse conceito, os pr\u00f3prios moradores de cada regi\u00e3o poderiam ser&nbsp;\u00f3timos geradores de ideias para solucionar os problemas, como o da falta de&nbsp;seguran\u00e7a. Certamente trar\u00e3o pensamentos diferentes daqueles que n\u00e3o vivem os&nbsp;problemas. Imaginem se um morador pudesse opinar abertamente sobre ideias e&nbsp;solu\u00e7\u00f5es para melhorar a seguran\u00e7a, e outros moradores pudessem votar&nbsp;positivamente ou negativamente nas solu\u00e7\u00f5es propostas. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ou ainda, se pudessem agregar novos elementos \u00e0s solu\u00e7\u00f5es propostas. Para&nbsp;participar do debate o morador teria que se cadastrar, por\u00e9m com a op\u00e7\u00e3o de&nbsp;aparecer de forma an\u00f4nima nessa plataforma de discuss\u00f5es. E para estimular que&nbsp;isso aconte\u00e7a, haveria algumas empresas contribuindo tanto para premiar as&nbsp;melhores contribui\u00e7\u00f5es com descontos em seus produtos e servi\u00e7os ou patroc\u00ednio&nbsp;para colocar em pr\u00e1tica a solu\u00e7\u00e3o proposta. E o interesse dessas empresas seria&nbsp;na busca pela solu\u00e7\u00e3o de problemas que incomodam todos, se tornando mais&nbsp;pr\u00f3xima da popula\u00e7\u00e3o. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E mais ainda, contribuindo para solu\u00e7\u00e3o de problemas que para melhorar a condi\u00e7\u00e3o&nbsp;da cidade num futuro pr\u00f3ximo. Seria a cria\u00e7\u00e3o de um verdadeiro c\u00edrculo virtuoso de gera\u00e7\u00e3o de ideias e solu\u00e7\u00f5es, com debate aberto, verifica\u00e7\u00e3o de n\u00edvel de interesse,&nbsp;e, por consequ\u00eancia, com maior probabilidade de solu\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel. &nbsp;<br>Para se preparar ou estimular novas tend\u00eancias, \u00e9 necess\u00e1rio estudar o&nbsp;comportamento. Comportamento que se adapta conforme o ambiente, seja no&nbsp;segmento de moda, consumo de alimentos, uso de tecnologia, etc. E para entender&nbsp;o ambiente e o comportamento das pessoas, \u00e9 necess\u00e1rio um per\u00edodo de&nbsp;observa\u00e7\u00e3o e da coleta de dados. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E se tem algo que tem alterado o comportamento humano nos \u00faltimos anos, \u00e9 o fato&nbsp;de as pessoas estarem mais conectadas \u00e0 internet via telefone celular. J\u00e1 entramos&nbsp;numa era em que, al\u00e9m das pessoas, os objetos tamb\u00e9m est\u00e3o ganhando&nbsp;capacidade computacional e se conectando a outros objetos e a rede de&nbsp;computadores. E n\u00e3o estamos falando de futuro, estamos falando de agora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As diversas c\u00e2meras de vigil\u00e2ncia espalhadas nas lojas por exemplo. Respeitando&nbsp;a privacidade das pessoas, al\u00e9m do objetivo de seguran\u00e7a, o passo seguinte seria&nbsp;us\u00e1-las para entender volumetria, tipo e cor das roupas, altura m\u00e9dia ou tipo f\u00edsico&nbsp;dos visitantes, entre outros. Esses dados por si j\u00e1 agregariam valor para&nbsp;proporcionar um entendimento do movimento por perfil por local de cada loja.&nbsp;<br><br>O passo seguinte seria a combina\u00e7\u00e3o com outros dados externos como, por&nbsp;exemplo, o clima. Permitiria a leitura de que nos dias mais secos, pessoas de&nbsp;diferentes perfis utilizam determinados tipos de roupas de algumas cores&nbsp;especificas, e que o fluxo de entrada e sa\u00edda das lojas aumenta em 10% em&nbsp;determinados hor\u00e1rios. Poderia ainda integrar os dados de vendas. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lembrando que hoje temos servi\u00e7o de previs\u00e3o de tempo para as pr\u00f3ximas&nbsp;semanas, quanto valeria a esse lojista saber que: em dias mais quentes e \u00famidos&nbsp;aumenta o fluxo de homens de m\u00e9dia idade nas lojas localizadas na zona norte no&nbsp;hor\u00e1rio de almo\u00e7o, em busca de camisas de cores mais claras, o que poderia render&nbsp;em convers\u00e3o de vendas de 70%. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas pelas pessoas e empresas criou um enorme&nbsp;potencial de coleta de dados que est\u00e3o sendo subutilizados. Poder\u00edamos extrapolar&nbsp;o exemplo acima para diversos outros setores e usos. Se imaginarmos, existe uma&nbsp;oportunidade grande de antecipa\u00e7\u00e3o, que se inicia atrav\u00e9s da coleta de dados. E&nbsp;esse \u00e9 o ponto chave: dados. Como colocado pela capa da revista The Economist,&nbsp;<em>\u201cThe world\u2019s most valuable resource is no longer oil, but data\u201d&nbsp;<\/em>refor\u00e7ando que as&nbsp;empresas que coletam dados e aplicam conhecimento, ultrapassaram o valor das&nbsp;empresas do setor de \u00f3leo e g\u00e1s. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na TIM, j\u00e1 temos alguns bons exemplos de como essa troca de dados pode ser&nbsp;ben\u00e9fica para todos. Na \u00e1rea de Sa\u00fade, estamos desenvolvendo uma solu\u00e7\u00e3o que&nbsp;vai auxiliar o usu\u00e1rio a identificar a melhor unidade de atendimento em sua regi\u00e3o,&nbsp;com informa\u00e7\u00f5es sobre dist\u00e2ncia a ser percorrida, filas de espera e tempo de&nbsp;atendimento previsto em hospitais, postos de sa\u00fade e unidades de pronto&nbsp;atendimento. O projeto piloto acontecer\u00e1 no interior do estado do Rio de Janeiro,&nbsp;ainda neste ano.&nbsp;<br><br>J\u00e1 a Zeladoria Urbana Participativa (ZUP) \u00e9 um software livre desenvolvido pelo&nbsp;Instituto TIM para a gest\u00e3o de servi\u00e7os e ativos urbanos, com a participa\u00e7\u00e3o da&nbsp;sociedade no mapeamento das demandas e acompanhamento de servi\u00e7os. ZUP&nbsp;pode ser adotado por qualquer munic\u00edpio que tiver interesse em gerir seus servi\u00e7os&nbsp;p\u00fablicos de forma mais eficiente, transparente e participativa. Tamb\u00e9m instalamos&nbsp;os Biosites, uma solu\u00e7\u00e3o inovadora e pioneira da TIM baseada em um novo modelo&nbsp;sustent\u00e1vel para cobertura de rede da operadora. Com a solu\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel&nbsp;expandir a \u00e1rea de abrang\u00eancia de cobertura da companhia associada a um menor&nbsp;impacto urban\u00edstico. Atualmente a TIM tem mais de 550 biosites ativos no pa\u00eds. &nbsp;<br>Em todos estes exemplos, tivemos a colabora\u00e7\u00e3o m\u00fatua dos setores p\u00fablico e&nbsp;privado, tudo isso com o intuito de que a tecnologia seja um meio para que&nbsp;possamos, cada vez mais, beneficiar a popula\u00e7\u00e3o. Quanto mais dados utilizados da&nbsp;maneira correta, sigilosa e inteligente, melhor o aprendizado e maior o benef\u00edcio&nbsp;para todos. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><strong>Luis Minoru Shibata \u00a0<br><\/strong>Conselheiro da ACRJ e vice-presidente de Estrat\u00e9gia e Inova\u00e7\u00e3o da TIM Brasil\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este ano, a Intelig\u00eancia Artificial (IA) ganhou ainda mais for\u00e7a e passou a ser vista&nbsp;como o motor do pr\u00f3ximo salto de evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. 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